google-site-verification=bWFi7fHnPML9ESPVjc79VaY0Y0Yxam57vS9KlAuYPdA
top of page

O que podemos aprender com o Eclipse Lunar

  • Foto do escritor: Bianca Vargas Tolomei
    Bianca Vargas Tolomei
  • 27 de jul. de 2018
  • 2 min de leitura

Resgatando minhas aulas de grego da faculdade e com alguma pesquisa achei interessante escrever sobre o Eclipse de hoje.

A palavra eclipse vem do Grego ékleipsis que significa desaparecimento. É o obscurecimento temporário, parcial ou total de um corpo celeste por outro. Acontece quando três corpos celestes estão alinhados.

Em quase todas as culturas antigas há referências a este fenômeno. E em quase todas, representava o combate às forças malignas.

Pois bem o eclipse da Lua acontece quando a Lua, o Sol e o nosso planeta estão alinhados, e momentaneamente a Lua fica sem receber o reflexo da luz do Sol, mostrando sua face escura para nós.

Em uma referência com nosso interior, pode-se dizer que ficamos de frente para nossa sombra. E quando ficamos de frente para nossa sombra, podemos olhá-la, observá-la com consciência e abraçá-la, aceitá-la e conviver com ela pacificamente.

É um recomeço de nós mesmos, assim como quando o eclipse finda, a Lua se mostra novamente, linda e poderosa em seu auge.

No eclipse total da Lua, podemos ser empurrados a trazer à tona aquilo que está em nosso inconsciente, encararmos de frente nossa sombra, não para nos sentirmos culpados, mas para nos reconhecermos como somos e nos aceitarmos da forma mais amorosa possível.

Quem nunca sentiu inveja de alguém? Quem nunca desejou ter algo que o outro tinha e você não? Quem nunca sentiu raiva e mal disse alguém na vida?

Somos seres humanos, e termos sentimentos que não são bem aceitos socialmente é normal! E porque tais emoções não são aceitas socialmente, não significa que sejamos maus. Apenas que somos como somos. Estamos aqui, não porque somos perfeitos, mas porque justamente precisamos aprender a lidarmos com nós mesmos e com nossos defeitos, por assim dizer.

O que faz a diferença nisso tudo, é como lidamos com isso. Podemos esconder quem somos de nós mesmos ou nos aceitamos como somos e procuramos ser melhores a cada minuto de nossas vidas, porque nos reconhecemos como somos, nos aceitamos e percebemos que podemos ser diferentes.

Então hoje te convido a fazer uma conexão consigo mesmo. Existem várias meditações da Lua Cheia espalhadas na internet, procure-as.

Ou simplesmente, aproveite o momento de admiração do eclipse de hoje para se conectar profundamente consigo mesmo. Se olhar com carinho. Olhar para aquelas facetas de você mesma, que só você sabe que tem, e sinta a vibração de estar olhando para elas. De estar se reconhecendo em si mesmo e seja grata por isso. Seja grata por cada emoção que você já vivenciou. Seja grata por cada qualidade e defeito que você tem. Olhe para aquelas qualidades que são tidas como “inferiores’ e agradeça por tê-las também. Seja grata por estar onde você está hoje e por ser quem você é hoje. E faça um pacto positivo consigo de lidar com estas facetas, sem que elas te dominem, porque agora você as reconhece, e sabe como lidar com elas. Use a força da Lua Cheia para se iluminar e se tornar luz também.

Namastê!

Bianca Tolomei


 
 
 

Comentários


Posts Em Destaque
Posts Recentes
Arquivo
Procurar por tags
Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square
bottom of page